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Rotas temáticas
Circuito Histórico-Cultural


Este Circuito Turístico tem inicio na Praça da República, onde diariamente(durante as manhãs), se realiza o pitoresco mercado, aqui podemos sentir a frescura, e observar o colorido das frutas, flores e legumes que alegram o tabuleiro empedrado em calçada à Portuguesa que reveste a placa central.
Subindo a Praça do lado esquerdo encontra-se a Ermida de S. Sebastião, capela construída no séc. XVI, remodelada no séc. XVIII onde se introduziu o revestimento azulejar evocativo da vida do patrono, São Sebastião.
Saindo da Ermida e avançando pela Rua Diário de Notícias, do lado direito avistamos o Chafariz das Cinco Bicas, obra monumental ao estilo do séc. XVIII bem patente na sua decoração de pináculos e volutas.

Regressando à Praça da República que conserva ainda grande parte dos edifícios do séc. XIX, continuamos o nosso circuito descendo pela Rua da Liberdade, Rua Pedonal onde se pode saborear ou adquirir as célebres cavacas, os beijinhos ou as trouxas das Caldas, chegámos ao largo da Rainha D. Leonor, deparamos com o conjunto de edifícios que constituem o Hospital Termal, imóvel proveniente, nas suas estruturas gerais, das obras fomentadas pelo Rei D. João V nas Caldas da Rainha, entre 1474 e 1750.

Anexada ao Hospital Termal, não poderemos deixar de visitar a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, consagrada a Nossa Senhora do Pópulo pela Rainha D. Leonor, inicialmente construída como capela primitiva do Hospital Termal, mas o rápido crescimento da povoação fez dela a Igreja Matriz das Caldas até quase aos nossos dias. Datada de1500, foi planeada por Mestre Mateus Fernandes, um dos arquitectos da Batalha (Capelas imperfeitas). Neste edifício conjugam-se elementos do tardo – gótico europeu com outros de características mais locais (mudéjares e manuelinos). Possui o revestimento interior em azulejos seiscentistas, mantendo da construção primitiva painéis azulejares hispano – árabes nos altares laterais. Localizado sobre o arco triunfal, o tríptico da paixão tem motivado o interesse de investigadores, quanto à sua autoria e localização original.

Saindo da Igreja Nossa Senhora do Pópulo e subindo a escadaria ficamos defronte para o Museu do Hospital e das Caldas, este edifício construído (provavelmente), em finais do século XVIII para servir de acolhimento à família real, durante a sua deslocação a estas termas.
No século XIX, foi apropriado para residência dos Administradores do Hospital, função que deixaria de ter no final do século, quando se procedeu à edificação de uma nova casa destinada à Administração, devolvendo-se-lhe a sua função original, mantida até ao fim da monarquia. Depois de receber várias funções, como o Tribunal da Comarca e o Registo Civil, um estabelecimento de ensino e sede de colectividades, foi devolvido ao Centro Hospitalar que o recuperou para a constituição do Museu do Hospital e das Caldas.

O Museu revela as memórias da instituição e do espaço urbano que em seu torno se desenvolveu. O seu espólio é constituído por Pintura, Escultura, Talha, Ourivesaria, Paramentaria, Mobiliário, Cerâmica, Documentos Gráficos e Instrumentos Médicos e Científicos, do século XVI ao Século XX.

Visitas mediante solicitação com antecedência ao Director do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha (Informações pelo Tel. / Fax. 262830300 cdoc@chcrainha.min-saúde.pt

Terminada a visita ao Museu, regressamos ao largo da Rainha D. Leonor e avançamos pela rua de Camões onde do lado esquerdo entramos para o Parque D. Carlos I, um espaço acentuadamente ajardinado e possuidor de equipamentos recreativos, tais como o lago, o campo de ténis o coreto e o bar esplanada, o Parque D. Carlos I também dispõe de equipamentos culturais, o Museu de José Malhoa e a profusão de obras escultoras distribuídas por todo o espaço.

O Parque D. Carlos I foi projectado pelo arquitecto Rodrigo Berquó em 1889. A partir de 1948 foi remodelado pelo arquitecto paisagista Francisco Caldeira Cabral.

Antes de abandonarmos o Parque D. Carlos I não poderemos deixar de visitar o Museu de José Malhoa fundado por António Montês (1896 – 1967), que reúne colecções de arte portuguesa centradas no naturalismo, academismo e tardo naturalismo. Na Pintura, destaca-se o importante conjunto da obra de José Malhoa (1855 – 1933) e de Pintores dos séc. XIX e XX, onde domina o gosto pela paisagem os costumes e o retrato. Informações pelo tel. 262831984 Fax. 262843420 mjm@ipmuseus.pt/ www.ipmuseus.pt

Saindo do Parque pela Zona do parque das Merendas, entramos na Rua Rafael Bordalo Pinheiro onde em frente ao portão se avista o aldeamento de São Rafael, composto pela Fábrica, Museu, Restaurante e loja. No Museu de Rafael Bordalo Pinheiro poderá observar o tipo de faiança fundamentalmente decorativa inspirada em motivos naturalistas. Com Rafael Bordalo Pinheiro, a cerâmica Caldense foi divulgada a uma escala sem precedentes.
Saindo da casa Museu São Rafael virando à esquerda e ao final da rua do lado direito encontra-se o Museu de Cerâmica, criado oficialmente em 1983, corresponde a um desejo antigo da população das Caldas da Rainha.
Instalado na quinta Visconde de Sacavém, adquirida para o efeito em 1981, integram as colecções do Museu expostas nos três andares do palacete, diversos núcleos de cerâmica representativos de vários centros cerâmicos estrangeiros e caldenses, abrangendo o período do séc. XVI a XX.

Acabada a visita ao Museu de Cerâmica viramos à direita e estamos na rua Dr. Ilídio Amado avistamos do lado esquerdo o Centro de Artes, este centro concentra diversas infra-estruturas, o Museu Barata Feio, o Atelier Museu António Duarte, o Atelier Museu João Fragoso e o Espaço da Concas. Duas grandes actividades têm marcado este Centro e as Caldas da Rainha – as Bienais e os Simpósios Internacionais de Escultura e Pedra.
Deixando o Centro de Artes viramos à esquerda e seguimos pela rua Visconde de Sacavém entrando depois na Rua Dr. Manuel F. Freire da Câmara, contornando sempre o Parque D. Carlos I , acabamos de chegar à Estátua da Rainha D. Leonor, subimos pela rua General Queiroz e estamos na Praça da República terminando o nosso circuito.



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